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Chacina de Unaí – Ato Público vai marcar passagem de oito anos da tragédia

Ato será em Belo Horizonte, no dia 27, sexta-feira, às 10 horas, em frente ao prédio da Justiça Federal

                      

Para pedir a agilização do julgamento de Rogério Alan e dos demais envolvidos no crime conhecido como “Chacina de Unaí”, a AAFIT/MG e o Sinait organizam mais um Ato Público em Belo Horizonte, no dia 27 de janeiro, sexta-feira, às 10 horas, em frente ao prédio da Justiça Federal – Av. Álvares Cabral, 1.805 – bairro Santo Agostinho.

“A sociedade exige o julgamento dos réus”, diz o presidente da AAFIT/MG, Luiz Carlos Ferreira de Melo, antecipando o tom da manifestação do dia 27, que deverá contar com a presença de Auditores-Fiscais do Trabalho, diretores do Sinait e da Associação, sindicalistas e políticos.

Outras atividades vão ocorrer para lembrar a Chacina de Unaí. O dia 28 de janeiro também é o Dia do Auditor-Fiscal do Trabalho e o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo e insere-se na Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, justamente para que a sociedade não se esqueça da tragédia e em homenagem à memória dos colegas assassinados.

“Reforçamos o convite a todos para que compareçam à manifestação, pois houve avanços no processo e é preciso mostrar que estamos atentos e queremos o julgamento já”, diz Luiz Carlos.

 

Histórico:  

No próximo dia 28 de janeiro a Chacina de Unaí completa oito anos. Nesta data, em 2004, os Auditores-Fiscais do Trabalho Eratóstenes de Almeida Gonsalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva, e o motorista Ailton Pereira de Oliveira, foram assassinados em uma estrada rural do município de Unaí quando se dirigiam para uma ação fiscal.

Passados oito anos, os nove indiciados pelo crime ainda não foram julgados. A situação atual do processo é de que o réu Rogério Alan Rocha Rios pode ser julgado imediatamente, uma vez que, por não ter mais recursos pendentes de análise por instâncias superiores, seu processo foi desmembrado por decisão do Superior Tribunal de Justiça – STJ e já está de volta à 9ª Vara da Justiça Federal em Belo Horizonte.

O STJ, em dezembro de 2011, também determinou o desmembramento dos processos de Francisco Elder Pinheiro, Erinaldo de Vasconcelos Silva, Willian Gomes de Miranda e José Alberto de Castro, já que eles, como Rogério Alan, não têm mais recursos. Os processos, entretanto, ainda não voltaram a Minas Gerais. Destes, apenas José Alberto de Castro encontra-se em liberdade, beneficiado por Habeas corpus. Os outros réus – Antério Mânica, Hugo Alves Pimenta e Norberto Mânica – também estão em liberdade. Antério, que é prefeito de Unaí, somente será julgado em foro especial e depois de terem ido a julgamento todos os demais réus. Hugo e Norberto ainda têm recursos pendentes de decisão.


Informações: Aafit-MG 

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