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Categoria discute organização do movimento na DS BH

             

Após a palestra "Os desafios do movimento sindical na atual conjuntura econômica" do professor e educador social, Emílio Gennari, houve discussões sobre campanha salarial e a organização do movimento de mobilização na DS BH. Em seguida, os Auditores-Fiscais participaram de um ato público em frente à DRF-BH.  

O presidente da DS BH, Luiz Sérgio Fonseca Soares, citou problemas que a Diretoria Executiva da entidade tem enfrentado para mobilizar os Auditores-Fiscais principalmente no prédio do Ministério da Fazenda e no Aeroporto de Confins. Para ele, a categoria precisa estar mais engajada e sensível à necessidade de aderir ao movimento efetivamente. No entanto, a ausência de definições sobre como será o movimento tem prejudicado, ainda mais, o envolvimento da categoria no movimento.

Para o vice-presidente do Sindifisco Nacional, Sérgio Aurélio Velozo Diniz, que participou das discussões na DRF-BH, o enfretamento depende de como os Auditores-Fiscais encaram a força de pressão que possuem e não entende como empecilho para aderir ao movimento o corte de ponto e notação funcional da greve de 2008.

Segundo o sindicalista, a greve de 2008 foi vitoriosa. E, restringindo a questão ao mero ressarcimento financeiro, afirmou que o corte de ponto ocorrido foi reposto a todos os filiados com o fundo de greve, criado através de aportes da categoria, com o pagamento de cotas extras descontadas de todos filiados. "A categoria pagou sim, mas para ter reajuste pelo resto da vida", enfatizou.

Ao ser questionado sobre o fato de o Sindicato não ter negociado os efeitos funcionais decorrentes do corte de ponto, reflexo da nossa última greve em 2008, Sérgio Aurélio disse que a questão já está solucionada junto ao Superior Tribunal de justiça (STJ) que considerou a greve legítima e, por isso, não cabem a ela, nenhum tipo de prejuízo funcional aos Auditores-Fiscais. O que tem ocorrido é ainda uma ausência de código no sistema da Receita Federal do Brasil.

Em relação às indefinições do movimento, Sérgio Aurélio disse que a categoria aprovou uma greve dentro do local de trabalho, com assinatura de ponto e cabe a ela definir como fazê-la com resultado satisfatório. Ele orientou os Auditores-Fiscais a discutirem durante a semana qual a melhor estratégia de atuação para o movimento em cada setor, pois a Diretoria Executiva Nacional não possui "receita pronta" para essa questão.

O diretor de Assuntos Jurídicos do Sindifisco Nacional, Luiz Henrique Behrens Franca, disse que o assunto realmente não está concluído, mas assim que possível, agendará uma reunião com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) para cobrar soluções para os problemas das notações funcionais dos Auditores-Fiscais, referentes à greve de 2008, nos sistemas da RFB.

Haverá uma reunião no auditório da DRF-BH nesta terça-feira, 19, para novamente debater a organização do movimento de paralisação dos Auditores-Fiscais na DS BH.

Assessoria de Comunicação DS BH Sindifisco Nacional

 

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