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Frente Mineira discute realização de novas atividades conjuntas

        

As entidades integrantes da Frente Mineira de Defesa do Serviço Público estiveram reunidas novamente na tarde desta segunda-feira, 20, na sede da DS BH para programar novas atividades conjuntas e discutir o andamento da campanha salarial de cada categoria. As entidades também avaliaram as primeiras atividades desenvolvidas pela Frente Mineira.

 

 A reunião foi iniciada com os informes sobre campanha salarial do presidente da DS BH, Luiz Sérgio Fonseca Soares, que classificou a proposta apresentada pelo governo na última sexta-feira, 17, como “ofensiva”. Ele informou que na próxima Assembleia Nacional marcada ainda para esta semana, dias 22 e 23, a DS BH encaminhará contrariamente à aceitação da referida proposta. Percebeu-se que o percentual de reajuste salarial proposto pelo governo foi o mesmo para todas as categorias do serviço público federal presentes.

Sobre a possibilidade de realização de novas atividades da Frente, Luiz Sérgio convidou os representantes a participarem de reunião na manhã desta quarta-feira, 22, na sede do Sindsep-MG (Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal em Minas Gerais), para discutir a ampliação da Frente mineira. Ele esclareceu que a entrada de novas entidades no grupo será muito bem vinda, pois fortalecerá ainda mais a defesa do serviço público brasileiro.

Após amplos debates e análises, os representantes definiram a data do seminário “Direitos Individuais e Coletivos dos Servidores Públicos” para o dia 5 de outubro, no auditório da Faculdade de Direito de UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). O evento será realizado em parceria com o Centresaf-MG (Centro Regional de Treinamento da Esaf em Minas Gerais) e UFMG, e terá o apoio da Frente Mineira de Defesa do Serviço Público Federal.

Outra atividade proposta foi a realização de trabalho parlamentar junto aos deputados federais mineiros solicitando apoio para a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 555/2006, que dispõe sobre a extinção da contribuição previdenciária dos servidores públicos inativos e também dos pensionistas.

Cada entidade relatou a situação da campanha salarial em sua categoria. O caso mais preocupante ocorre com os servidores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), onde os servidores em greve caminham para o segundo mês com 70% de seus vencimentos cortados em virtude do movimento.

Participaram ainda da reunião representantes da ADPF-MG (Associação dos Delegados de Polícia Federal em Minas Gerais), Anfip-MG (Associação dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil em Minas Gerais), Affemg (Associação dos Funcionários Fiscais de Minas Gerais), Assibge (Associação dos Trabalhadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ), APCF-MG (Associação dos Peritos Criminais Federais do Departamento de Polícia Federal em Minas Gerais) e Sindifisco-MG (Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de Minas Gerais).

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