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Planejamento rebate matéria do Correio Braziliense, que reafirma informações

A matéria "Governo reabre diálogo com os sangues azuis" contém várias informações equivocadas. Sobre os principais erros, o Ministério do Planejamento esclarece:

O Ministério do Planejamento não tem reunião marcada para essa terça-feira (06/11) com as entidades representativas das categorias que não celebraram acordo no prazo estipulado em agosto passado, tampouco há previsão para que ocorra.

 

As negociações com as diversas categorias de servidores continuam sob responsabilidade da Secretaria de Relações de Trabalho (SRT) e não sob qualquer outro comando.

A mesa permanente de negociações continua aberta à participação de todas as entidades – incluídas aquelas que abriram mão do reajuste para 2013 – para tratar de assuntos de interesse de seus representados.

Em nenhum momento a reportagem do Correio Braziliense procurou o ministério, fonte primária em questões salariais dos servidores, para apurar as informações colhidas junto a outras fontes de informação.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão

À espera de reajuste

Vera Batista - Correio Braziliense - 06/11/2012

O governo mostra irritação quando o assunto é reajuste de servidor público fora dos padrões estabelecidos em 31 de agosto. O deputado federal Amauri Teixeira (PT-BA) confirmou que espera, hoje, uma resposta de Luiz Baião, assessor especial da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, sobre novas negociações com categorias que não aceitaram os 15,8% de aumento, em três parcelas de 5%.

O ministério nega que Baião tenha ido ao gabinete do parlamentar, em 31 de outubro, a mando de Miriam Belchior, falar de reajuste. Admite, apenas, que ele foi lá discutir demandas sobre vagas na Defensoria Pública.

Teixeira rebate: "A conversa com Baião não foi sobre vagas. Perguntei pessoalmente à ministra sobre a retomada das negociações. Ela respondeu: "não vejo problema. Converse com Baião e acerte com ele". Portanto, Baião tratou, sim, de reajuste salarial. Esse era o objetivo".

O deputado ressaltou ter aconselhado os funcionários públicos a baixarem as expectativas e aceitarem imediatamente os 15,8%. "Assim, acho que tudo se resolve até o final do ano e essas sete carreiras receberão os 5% programados para 2013", disse.

Outro que tenta audiência com a ministra é o deputado João Paulo Lima (PT-PE). "Pedi reforço ao líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), para convencê-la a não deixar o trabalhador sem nada. Quando prefeito de Recife, eu sempre mandava no orçamento o que a prefeitura podia dar." Os sindicalistas preferiram não participar da queda de braço entre Executivo e Legislativo.

Dispostos a ouvir

A presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (Sinait), Rosângela Rassy, disse que os servidores só querem ouvir. Admitiu, no entanto, que "todos aguardam a boa vontade do Executivo até 22 de dezembro, quando começa o recesso parlamentar".

Texto: Correio Braziliense

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