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Debates sobre Campanha Salarial marcam o segundo dia do CDS

          

No segundo dia da reunião do CDS (Conselho de Delegados Sindicais), os delegados retomaram os trabalhos no período na tarde com discussões sobre o tema campanha salarial. O presidente da DS BH, Luiz Sérgio Fonseca Soares, em seu pronunciamento, questionou o fato do impacto financeiro dos Grupos de Trabalho, incluído o que trata da parcela extra, ocorrer somente após 2015, conforme cláusula terceira do Termo de Acordo assinado em 28 de dezembro de 2012. De acordo com Luiz Sérgio, não haveria necessidade de tanta urgência na emissão dos relatórios do grupo e do parecer do constitucionalista Alexandre de Moraes, sendo que os impactos só se dariam num futuro distante e a categoria teria mais tempo para debater a questão.

 

Ainda dentro do tema campanha salarial, Luiz Sérgio informou que, em reunião com administradores da Receita Federal do Brasil na 6° Região Fiscal para discutir metas de fiscalização, foi lhe comunicado que Minas Gerais obteve um fraco  desempenho em relação às metas, e o pior resultado do estado foi na Delegacia da Receita Federal do Brasil em Belo Horizonte. Reuniões setoriais e individuais estão sendo propostas pelos administradores para elaborar diagnóstico e buscar soluções de melhoria no desempenho DRFB-BH.

Para Luiz Sérgio a queda no resultado monetário da RFB ocorrido em Minas Gerais foi fruto da grande adesão dos Auditores-Fiscais à Operação Crédito Zero e demonstrou que a categoria abraçou o movimento com seriedade e comprometimento, o que significa que a 6° Região Fiscal obteve, na realidade, foi o melhor resultado de mobilização, o que mereceu atenção e reconhecimento da própria administração.

Sobre as metas de fiscalização propostas aos Auditores-Fiscais pela RFB, Luiz Sérgio enfatizou que o importante é verificar as deficiências (treinamento, sistemas, equipamentos, etc) e apurar se as metas são bem fixadas para não causarem o adoecimento dos servidores no trabalho.

O coordenador do Comando Nacional de Mobilização, Eduardo Tanaka, informou que em reunião o grupo decidiu pela desinstalação do CNM, uma vez que o acordo salarial já foi assinado com o governo. No entanto, colocou-se à disposição do CDS para prosseguir com os trabalhos do CNM caso seja aprovado pelos delegados.

Tanaka reconheceu que o resultado da campanha salarial não foi o pretendido pela categoria, mas o movimento demonstrou unidade e ensinou aos Auditores-Fiscais uma nova forma de mobilização. Em relação às metas de fiscalização, Tanaka parabenizou os Auditores-Fiscais de Minas Gerais pela participação efetiva no movimento.

Os delegados prosseguiram nas discussões com relatos sobre os últimos fatos da campanha salarial em cada Região Fiscal.

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