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Quinta, 04 Outubro 2018 17:39

Em reunião com Superintendente, DS BH trata de questões importantes para os Auditores-Fiscais

 

A Diretoria Executiva da DSBH esteve reunida com o superintendente da 6ª Região Fiscal, Mário Dehon Santiago, na tarde de quarta-feira, 3 de outubro, para discutir questões de interesse da categoria, dentre elas a regionalização do Secat e do Seort e as Portarias do PDI e do Ponto Eletrônico.

O presidente da DS BH, Gabriel Corrêa, apresentou as dúvidas e preocupações da categoria em relação à regionalização do Secat e do Seort, que deve ser implementada até o início de 2019. Segundo ele, os Auditores-Fiscais têm demonstrado preocupação com os impactos dessa mudança: com possíveis realocações forçadas para atividades indesejadas; dificuldade de contato com chefias em outras cidades; e prejuízo na troca de conhecimentos em razão da maior especialização e da dispersão da equipe por várias cidades.

Mário Dehon defendeu que a regionalização do Secat e do Seort será benéfica para os trabalhos desenvolvidos pelos Auditores-Fiscais e garantiu que, no primeiro momento, será garantido a cada servidor que ele ficará ou na sua atual equipe ou naquela que ele desejar. Segundo ele, os trabalhos serão padronizados e serão usadas ferramentas tecnológicas para garantir a gestão do conhecimento.

Gabriel Corrêa abordou as Portarias do PDI e do Ponto Eletrônico, criticando o modelo da atual gestão na Receita Federal baseado no controle dos servidores, criando uma cultura de medo e ameaça. Na avaliação do presidente da DS BH, se a administração precisa recorrer a instrumentos de coerção, é sinal de que ela perdeu legitimidade entre os Auditores-Fiscais e não tem sido capaz de liderar pela motivação e inspiração.

Ele também questionou o superintendente sobre um novo boato de que a DRF-BHE teria se oferecido para ser “piloto” da implementação do ponto eletrônico, o que gerou grande indignação na unidade. Gabriel relembrou o fatídico e-mail enviado pelo delegado da DRF-BHE, no qual de forma pejorativa e desrespeitosa ele solicitava a indicação de Auditores-Fiscais para trabalharem em Confins, para afirmar que os Auditores-Fiscais não aceitariam mais essa afronta. O superintende garantiu que isso é mentira, de que não existe nada nesse sentido e que ele acredita que ainda vai demorar algum tempo para que a norma do Planejamento seja implementada.

Além disso, o superintendente reiterou que o PDI possui foco no desenvolvimento, defendendo que os servidores são a maior riqueza da instituição. Falou também sobre outros projetos da Superintendência que investem no uso de tecnologia para compensar as perdas de pessoal que vem acontecendo, acreditando na necessidade de uma mudança de paradigma em todas as áreas de atuação da Receita para lidar com os grandes desafios que a instituição tem enfrentado.

Também participaram da reunião pela DS BH os diretores Robson José do Couto, Antônio Augusto Bianco e Alfredo Nunes Menezes. Pela Superintendência, os Auditores-Fiscais Orlando Soares, Flávio Souza Abreu e Guilherme Ferreira.

Assessoria de Comunicação DS BH Sindifisco Nacional

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