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Sexta, 20 Agosto 2021 15:23

Auditores-Fiscais participam do Dia Nacional de Lutas e Mobilizações contra a PEC nº 32/2020

Na última quarta-feira, 18 de agosto, servidores públicos federais, estaduais e municipais participaram de Ato Público Unificado no Dia Nacional de Lutas e Mobilizações. Eles saíram às ruas para protestar contra a PEC nº 32 (Reforma Administrativa), as privatizações e em defesa dos serviços públicos.

Em Belo Horizonte, o ato unificado teve como tema, além da luta contra a Reforma Administrativa, a defesa dos direitos assegurados na Constituição Federal de 1988, que vêm sendo duramente atacados e retirados de toda a sociedade. Os participantes se concentraram na Praça Afonso Arinos, de onde seguiram em passeata até a Praça 7, no Centro da capital.


 

Dois blocos participaram e foram destaques na mobilização. O primeiro deles, com o tema: “O Governo Bolsonaro e os 40 do Centrão, Roubando os Direitos da População”, teve faixas com fotos dos parlamentares e informações de como eles têm se posicionado nas votações que retiram os direitos dos trabalhadores.

Já o segundo bloco, intitulado “Os Serviços Públicos e a População defendendo os Direitos Assegurados na Constituição” trouxe faixas, bandeiras e cartazes que cobravam um posicionamento dos parlamentares contrário à aprovação da PEC nº 32/20 no Congresso Nacional, e também nas demais votações que retiram direitos e garantias fundamentais da população. Em suas faixas e cartazes, o bloco denunciou os aspectos nefastos da Reforma Administrativa e reafirmou que o parlamentar que votar sim para a retirada de direitos da população não será eleito nas eleições de 2022.

Participaram do ato unificado pela DS Belo Horizonte o presidente Robson Couto, a diretora-adjunta de Assuntos Parlamentares e coordenadora da Frente Mineira em Defesa do Serviço Público, Ilva Franca, e a filiada Sandra Ricaldoni.

O Dia Nacional de Lutas contou com o apoio e participação de trabalhadores de outras categorias, como correios, industriários metalúrgicos, bancários, químicos, professores, petroleiros, estudantes e movimentos sociais. Juntos, eles pedem emprego, vacina no braço, comida no prato, o retorno do auxílio emergencial no valor de R$ 600,00, e o fim da política de altos preços do Governo.

A PEC nº 32 propõe mudanças na Constituição e no papel do Estado Brasileiro. Ela diminui drasticamente a oferta de serviços públicos e prejudica toda a população, principalmente aqueles que mais precisam.

Com o fim da estabilidade, a reforma pretende substituir os servidores públicos por apadrinhados políticos, o que aumenta a corrupção e prejudica a continuidade dos serviços públicos, em especial saúde e educação, atingindo todos os trabalhadores brasileiros. Além disso, ela prevê o fim da saúde e da educação públicas, o fim do SUS e da vacinação gratuita. Concede liberdade para a exploração ilimitada dos recursos naturais, o extermínio dos povos indígenas e traz inúmeros prejuízos à agricultura.

Os Auditores-Fiscais precisam estar atentos às movimentações no Congresso Nacional e participarem ativamente das mobilizações contra a aprovação da PEC nº 32, sejam elas presenciais ou telepresenciais, considerando o momento atual de pandemia no país.

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